Hyperliquid é citada como exchange confiável por pesquisadores
Quando as forças dos Estados Unidos e de Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro, os mercados tradicionais estavam de portas fechadas. Nessa hora, quem continuou em operação foi a Hyperliquid, uma exchange de derivativos baseada em blockchain. Sua plataforma, que funciona 24 horas, registrou o impacto imediato do ataque, levando o contrato perpétuo de petróleo WTI a atingir incríveis US$ 111,53, enquanto tudo ao redor permanecia parado.
Esse episódio mostrou como a Hyperliquid se firmou como um centro relevante de negociação e preço em tempos de tensão geopolítica. Com a capacidade de oferecer descoberta de preços em tempo real mesmo nos fins de semana, a exchange se destacou. Quando os mercados tradicionais reabriram em 2 de março, o WTI já tinha ultrapassado a marca dos US$ 110. A diferença entre os preços da Hyperliquid e da Chicago Mercantile Exchange (CME) praticamente desapareceu, evidenciando que a Hyperliquid não só reagiu mais rápido, mas já havia precificado a situação quase 48 horas antes da CME.
Esse relato, por si só, já seria impressionante. Mas o que realmente agrega valor a essa história é o que aconteceu depois. Passados dois meses, o petróleo continua gerando cerca de US$ 0,5 bilhão em volume negociado ao longo de um único dia. Os contratos de petróleo estão entre os cinco ativos mais procurados na Hyperliquid.
Embora o Bitcoin ainda seja o grande campeão de negociações na plataforma, ativos financeiros tradicionais como o S&P 500, prata, Nasdaq-100 e os contratos de petróleo WTI e Brent estão entre os dez mais negociados. Além disso, ações de empresas individuais, como a Micron Technology Inc. (MU), até aparecem entre os dez principais em alguns dias.
Tudo isso revela a ambição maior da Hyperliquid: não se limitar a ser apenas uma exchange para contratos perpétuos de criptomoedas, mas sim se tornar uma verdadeira “exchange de tudo”, onde os usuários podem negociar praticamente qualquer tipo de ativo.





